Madrugada, hora desconhecida.
Num blog antigo e quase esquecido, cujo nome não mais recordo, publiquei uma nota que mais me interessou posteriormente do que no próprio momento em que a redigi, talvez pelo fato de que a personagem real que lá aparece (a única que muito se encantara ao ler a publicação) não mais se encontra comigo e/ou conosco, pelo motivo tão bem exposto na voz do Renato Russo: "É tão estranho / os bons morrem jovens..."
Num blog antigo e quase esquecido, cujo nome não mais recordo, publiquei uma nota que mais me interessou posteriormente do que no próprio momento em que a redigi, talvez pelo fato de que a personagem real que lá aparece (a única que muito se encantara ao ler a publicação) não mais se encontra comigo e/ou conosco, pelo motivo tão bem exposto na voz do Renato Russo: "É tão estranho / os bons morrem jovens..."
Recentemente encontrei nos ermos do meu HD essa crônica mínima, e achei interessante aqui reproduzi-la. Lembranças boas de remotos momentos:
29/11/2008
Mas, antes do breu característico do cinema envolver-nos como um manto, convém desligar o celular. Não desejo mais olhares reprovadores sobre mim, após o silêncio da matinê ser cruelmente despedaçado com a chamada de mamãe: 'Já pegou o seu Décimo-Terceiro no banco, muleque?'"

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